CISP1Vamos conversar ↗

Controlar. Auditar.
Confiar.

A IA só se torna infraestrutura empresarial quando pode ser controlada, auditada e confiada. Governança faz parte de cada execução.

Segurança desde
a primeira camada.

Identidade, proteção de dados, limites de autonomia e evidências de execução compõem a arquitetura da operação.

Demonstrar como, por que e sob quais controles a IA funcionou.

Seis pilares.
Controle de ponta a ponta.

01

Identidade & acesso

SSO, segregação de ambientes, perfis e permissões para definir quem pode acessar e executar cada ação.

02

Proteção de dados

Anonimização, pseudonimização, retenção e proteção de dados sensíveis, com reconhecimento de entidades em português.

03

Limites de autonomia

Guardrails, validações e supervisão humana mantêm a atuação dos agentes dentro das políticas autorizadas.

04

Auditoria & rastreabilidade

Registro de fontes, decisões, versões, modelos e interações para demonstrar como a IA operou.

05

Segurança de IA

Controles contra prompt injection, vazamento de informações e uso indevido de ferramentas.

06

Conformidade

LGPD, políticas internas e prestação de contas incorporadas ao desenho da operação.

Privacidade no
contexto brasileiro.

Reconhecimento de entidades em português, anonimização, pseudonimização e proteção de dados sensíveis apoiam uma operação alinhada à LGPD e às políticas internas.

Observabilidade
para a confiança.

AI Ops acompanha qualidade, custo, latência, drift, robustez e comportamento. Fontes, modelos, versões e interações formam as trilhas de auditoria.

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Vamos discutir os seus controles.

Converse com a equipe sobre os requisitos de segurança, privacidade e governança da sua operação.

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